Colunistas
Diego Muller
Diego Muller falará, em sua coluna, sobre dança, tradição e folclore. Acadêmico de arquitetura e urbanismo, atuante na área da arquitetura clínica e hospitalar, é instrutor de danças folclóricas, letrista e compositor nativista. Iniciou no tradicionalismo assim que nasceu, em 1980, nas dependências do CTG Brazão do Rio Grande, de Canoas/RS, principiando na dança em dezembro de 1989, onde atua até hoje, como instrutor dos corpos de baile adulto e veterano. Filho de tri-campeões do Estado, no Festival do Mobral, carrega essa vertente cultural, pendendo sempre ao lado folclórico e rural que a dança gaúcha pede. Participou como dançarino em lançamento de CDs, palestras e oficinas culturais juntamente com o pesquisador João Carlos Paixão Côrtes, a convite dele, incluindo em seu Curriculum festivais internacionais de folclore em países europeus. Carrega nas costas prêmios importantes na área da dança gaúcha, como de: Campeão do rodeio internacional de Vacaria, categoria adulto; Tri-campeão veterano do rodeio internacional de Vacaria; Bi-campeão biriva do rodeio internacional de Vacaria; Bi-campeão do Fecart, estadual de SC, em danças adulto; Campeão adulto, veterano e musical mais autêntico do Fegadan/MTG; participando inclusive nas vitórias do ENART de 2011 e de 2012, com trabalhos de expressão corporal. Atuou como coreografo, auxiliar de pesquisa e bailarino nas gravações e montagens do filme “O tempo e o vento”, de Jayme Monjardin, a convite da produção. Em 2007 lançou o livro “Ñanderetá chamececera – Nossa terra chamamecera”, em parceria com o poeta José João Sampaio da Silva, e em 2016 lança seu primeiro trabalho fonográfico, intitulado “Adelante”, num apanhado seu de temas musicas dos nossos festivais nativistas.
Liliana Cardoso
Liliana Cardoso falará, em sua coluna, sobre a arte da declamação. Natural de Porto Alegre , ela é declamadora, mestre de cerimônias, apresentadora e radialista que este ano completará 30 anos de cultura gaúcha. É formada em rádio pela Feplan e atriz formada pelo Tepa- Teatro Escola de Porto Alegre. Agraciada em 2014 com a maior honraria do parlamento gaúcho a Medalha Do Mérito Farroupilha em 2014. Campeã em mais de 180 rodeios nacionais e internacionais do Rio Grande do Sul. Premiada também em festivais de poesia como a Sesmaria da Poesia Gaúcha em Osório, e o Bivaque da Poesia Gaúcha de Campo Bom, Em 1995 com seu pai, José Luiz Rodrigues dos Santos, criou o projeto "A arte de declamar", desenvolvendo oficinas de poesias e interpretação. Idealizadora do festival de música RS Mulher em Canto, onde a temática foi a Lei Maria da Penha. Em 1997 gravou um CD em parceria com o declamador Patrocinio Vaz Ávila, intitulado Tributo a Aparicio da Silva Rillo. É apresentadora do programa mateadas da TV Assembleia, e apresentadora de diversos festivais nativistas.
Luiz Carlos Borges
Compositor, acordeonista, violonista e cantor, Luiz Carlos Borges falará sobre música e folclore na América-latina. Nascido na Vila Seca, 4º distrito de Santo Ângelo das Missões, Luiz Carlos Borges vem de uma família de músicos e começou a tocar ainda na infância. Por mais de duas décadas dedicou-se ao Conjunto Irmãos Borges, animando bailes e festas por todo o RS. Sua carreira solo teve início em 1979, quando interpretou Tropa de Osso, premiada na 9ª Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana. Foi um dos idealizadores do festival Musicanto Sul-Americano de Nativismo. Foi também presidente do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore –IGTF- 2003/2006. Já fez mais de 15 turnês pela Europa. Participou dos CDs -“Mercedes Sosa” En Vivo- 2002 e do derradeiro projeto da amiga, intitulado Cantora (CD e DVD). Com mais de trinta discos gravados, entre LP’s e CD’s, Luiz Carlos Borges segue construindo uma carreira sólida, de reconhecimento nacional e internacional. Os dois primeiros LPs, gravados na Argentina (1973 e 76), foram em parceria com seus irmãos Antonio e Albino. Seu primeiro LP carreira solo, entitula-se Tropa de Osso. Gravou nove LPs, mais de vinte CDs e tem participação, quase incontável, em discos de amigos e colegas músicos. Luiz Carlos Borges destaca-se também como produtor. Em 2015 foi venceu todas as categorias do Prêmio Açorianos de Música, no Gênero Regional.
Marco Aurélio Ávila
Marco Aurélio Ávila abordará sobre dança e a participação de grupos gaúchos em festivais internacionais de folclore pelo mundo. Bacharel em Educação Física pela Unisinos, é professor de danças tradicionais gaúchas, professor de ginástica e personal. Ingressou no tradicionalismo em 1987, no CTG Estância de Sapucaia onde foi dançarino e depois instrutor. Em seguida, dançou no CTG Lanceiros da Zona Sul (Porto Alegre) e, finalmente, no CTG Aldeia dos Anjos (Gravataí) onde está até hoje como dançarino e professor. Nos 60 anos desta entidade, é o quarto posteiro do grupo, estando neste posto há 22 anos. Atual campeão estadual de danças tradicionais, título conquistado em 2015 no 30° ENART, participou de dez dos onze títulos do CTG Aldeia dos Anjos, onde também foi campeão estadual com o grupo juvenil no ano de 2010. Como diretor responsável pelo CTG Aldeia dos Anjos, conquistou os seguintes prêmios internacionais: The Best Performance (A Melhor Performance) no International Country Music Week, evento cultural promovido pelo Ministério da Cultura do Governo Popular da China e pelo Governo Provincial de Hunan em 2011, o prêmio “Altinköprü” (Ponte de Ouro) como 1° lugar durante o 15° International Büyükçekmece Culture & Art Festival, na Turquia em 2014 e o prêmio Tempio D'Oro (Templo de Ouro) como grande vencedor no 61° Festival Internazionale del Folklore em Agrigento, na Itália, no ano de 2016. É professor de vários outros centros de tradições gaúchas pelo Rio grande do Sul e fora dele.
Maurício Marques
Maurício Marques falará sobre música, suas técnicas e peculiaridades e estilos. Mestre em Composição pela UFRGS e Formado em Violão na UFPEL, ele é compositor, professor de musica, arranjador e instrumentista, com trabalho voltado á Música Brasileira. Vencedor de inúmeros festivais de música, já foi condecorado com o Troféu Milton de Lemos (1998), Troféu Vitória (1998), Prêmio Açorianos de Música (2004) pelo seu disco “Cordas ao Sul” e escolhido para participar do 7º Prêmio Visa de Música Instrumental Brasileira, (2004), Projeto Rumos Itaú Cultural (2005), Violões do Brasil (2005) ao lado de Paulo Belinati, Duo Assad, entre outros. Já teve composições gravadas e defendidas e festivais por importantes cantores, como Renato Braz e Victor Hugo. Também teve arranjos gravados pelo grupo MPB4. Integrou o Quarteto Maogani entre 2005 e 2013. Em 2009 tem um livro com suas composições editado na França pela Editora Henry Lemoine (coleção Sergio Assad). No mesmo ano lança seu disco Milongaço, premiado no Açorianos de Música. Trabalha na produção de composições para Violão de Oito Cordas e apresenta-se em formato solo e em grupo, tendo por base a Música Brasileira, com muita técnica e arranjos elaborados.
Paulo de Freitas Mendonça
Paulo de Freitas Mendonça falará sobre a arte da pajada, poesia oral improvisada, pela América Latina. Pajador, poeta, jornalista, compositor, radialista, pesquisador do folclore, da poesia oral improvisada e da Décima Espinela. Diretor do Jornal do Nativismo, que tem 28 anos de atuação, possui 2 livros de poemas e participa de antologias no Brasil e exterior, e 5 discos de pajadas: Pajadas e Poesias – Pajadores Sem Fronteiras – Pajadores do Brasil – Pajadores de Três Pátrias – Tributo a Jayme Caetano Braun. Participa de diversos discos de artistas de renome do Brasil e do exterior e atua como pajador e palestrante no Brasil, Uruguai, Venezuela, Colômbia, Panamá, Argentina, Chile, Portugal e Espanha. Membro da Estância da Poesia Crioula, do Comitê Internacional da Poesia Oral Improvisada, da Casa do Poeta São-pedrense e da Associação de Trovadores Luiz Muller. É o único brasileiro a ganhar o Troféu “Condor de Fuego” da “Asociación Estampas y Memórias” - Argentina. Ganhou a medalha Jayme Caetano Braun da União Brasileira de Trovadores e a medalha Jayme Caetano Braun da Casa do Poeta Rio-grandense. Consagrado nacionalmente pela Comissão Gaúcha do Folclore e pela Comissão Nacional do Folclore, com o título de Amigo do folclore. Foi premiado em diversos festivais de música do Brasil. Tem atuado com improvisadores brasileiros, argentinos, uruguaios, chilenos, porto-riquenhos, mexicanos, galegos, espanhóis, cubanos, portuguêses, panamenhos, canários, venezuelanos, bascos, italianos, norte-americanos.
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